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Eu quero é voar

por Closet, em 31.08.11

 

Hoje acabei o curso intensivo de Poesia e... foi intenso!

Escavei memórias antigas, escarafunchei feridas, sangrei dores abafadas, angústias de sonhos perdidos.

Versifiquei as maiores estranhezas e complexidades, labiríticas de sentido, inexplicáveis. Algumas ainda estou confusa a pensar nelas, como sairam impulsivamente em " têm 5 minutos, 5 minutos" fragmentos de letras inquietas por decifrar.

Escrever é para mim isso mesmo, um estado intermédio entre a espontâneidade do sentir e a necessidade de compreender e pensar. 

 

Ao contrário do que esperava o curso foi conduzido num vazio de temas, apoiado em ideias desconexas, palavras e frases soltas, imagens, música, cheiros, tacto.

Rompeu barreiras pré-concebidas, chocou-nos com intensidades, fez-nos voar distante e ficar por lá a planar.

Averbei substantivos, denominei verbos, criei imagens como "mentol bafiento queimado a bronze" ou "a textura consciente das amarras".

Contrariei signos, brinquei com significandos e significados. Num jogo de palavras surgiram aquilo a que chamarei poemas, quando os reescrever, depois de os compreender, depois de os pensar.

 

Por agora vou descansar das "feridas" e dos sopros do passado.

Bem sei que dormir é coisa rara para mim, deixo para o comum dos mortais! Mas acima de tudo, confesso que apetece-me dar umas boas gargalhadas!

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publicado às 00:58

Certo

por Closet, em 26.08.11

«As vezes é preciso uma decepção, para aprendermos que a vida não é feita apenas de alegria, e sim de tentativas.»

 UmPoetaQualquer

 

 

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publicado às 00:47

Ruptura

por Closet, em 24.08.11

 

Tínhamos evitado dizer «nunca mais»

dissimulando-o em sonhos e fantasias.

Desci os degraus um por um, lentamente.

Lembras-te?

Virei-me antes de sair,

ía dizer-te qualquer coisa, 

uma frase vazia, falsa, protocolar.

Os teus olhos fixaram-me demoradamente

Deixando transparecer a angústia de uma felicidade impossível.

Não disse nada. Saí.

As ruas estavam desertas.

Por onde andei? O que bebi?

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publicado às 01:03

Hoje poetisei

por Closet, em 23.08.11

 

 

Hoje comecei um curso de Poesia intensivo. E quando digo intensivo não me refiro apenas ao compacto de aulas seguidas, basicamente 6 dias quase consecutivos de 3 horas non stop. Refiro-me aos próprios "exercícios" de escrita em intensidade psicológica e emocional, mas vá, já sabia para o que ía.

 

Não que eu queira escrever poesia, mais facilmente seria trapezista ou domadora de leões... ok, esta última parece-me... difícil! humm... never know!! Mas queria aprender outras formas de escrita, recorrendo a todos os sentidos e saindo de "lugares comuns". Bom, quero aprender, ponto!

E basicamente a primeira aula foi... perigosa. A começar pelas labaredas dos nossos textos a arder (sim, o professor queimou textos nossos numa espécie qualquer de ritual santânico que desconheço)... a ouvir 3 poemas ao mesmo tempo, um deles o próprio do Eliot a recitar em inglês, sentados no chão de uma sala, até ter de escrever algo auto-biográfico sobre... uma roda dentada, what?? sim, foi a palavra que me calhou! pfff... ok, com um desenho cheguei lá, embora a experiência não me parece que tenha sido com uma roda dentada mas com uma roda de um pneu, so what? era o que tinha de mais parecido, também é redondo e gira, certo?

 

Para concluir posso dizer que não vou passar a escrever com palavras difíceis, só para dizer que escrevo poesia. Não vou passar a escrever palavras como "hodierna" ou "frugal", não, não!

Eu continuo a escrever com as palavras com que falo e penso, e considero dificeis todas aquelas que me custam a pronunciar, como "saudade" ou "desilusão". Tenho para mim que são dificeis todas as que nos metem medo e sempre que ousamos enfrenta-las com a razão.

 

E aqui fica um primeiro "escrito poético" da aula de hoje, sobre os três poetas a declamarem tresloucadamente à nossa volta!

 

Pára! Grita em silêncio

na arena onde se esgrimem vozes no escuro

Ecos desentendidos,

graves, soturnos, aborrecidos

um mundo em língua estrangeira, por decifrar,

abafado num espaço exíguo.

Imóvel, sentada na resignação do barulho,

anseia que as vozes se desliguem

abruptamente no escuro.

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publicado às 00:14

Voltei... oh God

por Closet, em 19.08.11

Voltei ao trabalho... aquele mundo cruel que nos suga preciosas horas de vida diária...

 

Rescaldo das férias:

 

1) Nãoaprendi a jogar ténis, apesar de existir um campo e levar raquetes, em compensação aprendi a programar um jacuzzi na perfeição!

 

2) não conheci nenhum casal gay, mas eram todos friendly, incluindo um vizinhos mafiosos pseudo-espanhóis e um jardineiro que, basicamente só falava ao meu marido, adiante.

 

3) Quem tem amigos, tem tudo! E eu posso considerar-me uma pessoa rica! Pois afinal estivemos apenas 2 dias sem amigos, e nos restantes sempre muito bem acompanhados, para nossa satisfação e alegria das crianças!

 

4) A dieta rigorosa de cenouras, pepino e tomate o dia todo, 2 lt de água e peixe à noite.... ahh, e nada de cervejas....valeu-me perder 3 kgs :)

 

5) não escrevi, nem li tudo o que queria... mas consegui "organizar-me" um pouco em alguns projectos meus

 

6) nas próximas semanas vou viver para os fins-de-semana que vou passar ao Algarve onde os miúdos estão com os avós... iuhuuu, amanhã lá vou eu!

 

7) ainda acho que devíamos abrir uma petição para o aumentos do número de dias de férias... mas pronto. 

 

 

 Tenho sonooooo :)

 

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publicado às 00:04

Fábrica de Histórias

por Closet, em 12.08.11

   Tema para Agosto (I): 

escolhe uma das personagens secundárias e escreve uma história que possa ser integrada no conto original.

 

Personagem: Herman, irmão de Janice.

_________

 

Herman atendeu o telefone com um grunhido de voz ensonada, coçando o cabelo desgrenhado.

- Sou eu. Tenho uma novidade para te dar.

- Janice? Sabes que horas são? – Praguejou.

 

Ela sabia perfeitamente, mas isso não lhe interessava para nada e continuou a falar com uma felicidade capaz de ser contagiada pela linha telefónica.

- Herman, é mesmo importante! Vou-me casar!

 

Ria-se daquela forma acriançada que enervava o irmão, já sentado estupefacto. Edna resmungava da cama qualquer coisa que ele não prestou atenção.

 

- Casar? Mas tu já casaste? – Ripostou.

- Outra vez, com outra pessoa! Com “a” pessoa certa, percebes?

 

Ria-se nervosa enfurecendo ainda mais o irmão, incapaz de compreender uma palavra do que ela dizia. De repente ficou apreensivo.

- Janice, estás grávida?

- Oh não!

- Então, onde o conheceste?

- Aqui no hotel

- Nessa espelunca?

- Herman, eu estou muito feliz, entendes? Mesmo feliz, finalmente sinto-me óptima, como tu dizias. Mano, este homem fez-me renascer e encheu a minha vida de sentido. Ama-me como nunca ninguém me amou, acreditas nisto?

 

Herman não sabia o que lhe dizer aquela hora da madrugada. Era evidente que a voz dela era de felicidade, mas também de uma certa loucura. De repente, passou-lhe pela cabeça se a irmã estaria sob efeitos de álcool ou algumas drogas novas que agora traficavam.

- Janice, tu por acaso estás a sentir-te bem? Diz-me, como se chamava o nosso pai?

- Pára com isso Herman! Quis que fosses a primeira pessoa a saber. Desculpa se te acordei, desculpa – a sua voz começou a abrandar o ritmo inicial de euforia – depois falamos. Posso passar aí amanhã?

- Humm, claro – arfou abanando a cabeça em desaprovação. Não podia acreditar que ela fosse mesmo levar em diante a ideia de casar novamente.

- Ah e mano…

- Diz.

- Chama-se Charles.

- O papá não se chamava assim Janice – bradou assustado.

- Não Herman, o meu noivo. Chama-se Charles e … Bem, é cego. Amanhã falamos melhor. Dorme bem! – Apressou-se a desligar deixando Herman estarrecido.

 

A irmã emanava felicidade. Uma felicidade que nem ele próprio sabia se conhecia. Tentou compara-la à primeira vez que se sentou ao volante do seu novo Cadillac. Não! Era uma felicidade maior ainda, mas como? – Perguntava-se enquanto voltava para a cama arrastando pesadamente os pés, no soalho de madeira envernizada. Encontrou Edna já sentada, o seu rosto rosado tinha agora o sobrolho levantado.

- Quem era? – Protestou mal humorada.

- A Janice.

 

Tinha uma minúscula esperança que Edna não lhe fizesse perguntas. Precisava de acordar cedo, apanhar o avião para Chicago para fechar um negócio importante. Mas as suas suspeitas confirmaram-se.

- Mas o que é que ela queria de ti a esta hora? Dinheiro?

- Edna! – refilou zangado com a frieza da mulher – ela nunca me pediu dinheiro. E ligou para me contar uma coisa, foi só isso.

- Uma coisa às 3 da manhã? – Fazia agora um beicinho amuado.

- Querida, vamos dormir, ela vem cá amanhã e conta-te tudo, está bem?

 

Esperava que isto a contentasse, mas Edna tinha uma curiosidade voraz.

- Que novidade? Conta-me? – Suplicava agora, pousando o braço pesado por cima do seu peito e abanando-lhe os ombros.

 

Herman suspirava. Como se não bastasse a irmã tê-lo acordado com aquela ideia idiota que não devia passar disso mesmo, agora a mulher não o deixava dormir. Será que não percebiam que ele ia trabalhar no dia seguinte? Sim porque tudo o que ele tinha era fruto do seu empenho e esforço, e alguma habilidade para o negócio também. Resolveu então soltar a bomba para ela o deixar dormir.

 

- Olha, diz que se vai casar outra vez, pronto.

Edna olhava-o estupefacta com os seus minúsculos olhos, pincelados numa cara redonda.

- O quê? Com quem? É rico?

- Sei lá. Só sei que está muito feliz – Virou-se para o lado.

- Se calhar é outro falhado, armado em intelectual que não tem onde cair morto. Ela que não pense que vão os dois viver à nossa custa.

 

E continuou a pigarrear mas Herman já não escutava. De repente, as únicas palavras que lhe ecoam na cabeça com algum conforto eram «estou muito feliz, entendes? Mesmo feliz, finalmente sinto-me óptima». E mesmo que ele nunca a viesse a entender, a alegria da sua irmã enchia-lhe o coração endurecido pelos bens materiais de que se tinha tornado escravo. Um travo de inveja percorreu-lhe o corpo roliço, questionando-se se algum dia viveu tamanha euforia. Depois lembrou-se daquela vez em que a Rachel, a sua paixão de adolescente, aceitou dançar com ele num baile da escola. O nervosismo, a emoção, as palpitações, lembrava-se agora com uma penosa nostalgia. E mesmo com Edna a praguejar ao lado, adormeceu sem notar com um sorriso no rosto.

 

Texto escrito para a Fábrica de Histórias

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publicado às 00:28

em alerta siciliano

por Closet, em 11.08.11

  

 

Os meus vizinhos são mafiosos…

E isto teria sido um excelente início de um livro policial, poderia até ser o texto da Fábrica de Histórias que já está feito e estou só a rever, mas não, nada disso… os vizinhos da moradia ao lado do nosso aparthotel são… estranhos, vá.

 

Ela é daquelas musas gregas (neste caso italianas, eu digo que eles são italianos mas estão a fazer-se passar por espanhóis). Alta, loira, magra, corrijo, magríssima (e dado que já tem 3 filhos…. os mafiosos não têm uma carrada de filhos, certo? Aha!)… Depois tem aquele ar zen assim meio sem expressão, e lindíssima, com aquele ar “eu-não-uso-maquilhagem-porque-não-preciso”.

 

É certo que ela tem à vontade mais uns 4 anos do que eu, bom à vontadinha 4 ou 5 anos, mas não invalida o facto de ser… linda (e talvez por isso não me importei nada por ela me piscar o olho da primeira vez que me viu, não fosse este um empreendimento gay friendly).

 

Já o marido dela, um corpulento macho latino de tronco triangular e com ar de quem a comprou a um árabe por tuta e meia, ou quem sabe em alguma espécie de tráfico de mulheres do leste a quem fazem lavagem cerebral do tipo “eu-sou-o-teu-marido-tu-és-a-minha-mulher”… esse já não gosto muito. Ou mesmo nada. Do tipo …. Mafioso, pronto. Olha com ar observador para tudo à volta, como se estivesse infiltrado a planear um golpe secreto qualquer e imagino-o com um revolver enfiado naquela bolsinha que trás sempre à cintura.

 

Têm 3 filhos, dois rapazes a quem eu nunca vi os dentes, de idades iguais aos meus, com nomes estranhos Titi e Naco ou Taco, que by the way, já se infiltraram cá em casa hoje … God… e mais uma bebé com quase um ano. A mulher lindíssima anda sempre com a bebé ao colo, ele mastiga sempre qualquer coisa no canto da boca e espreguiça-se na piscina, na praia, na esplanada, em todo o lado, como se fosse um… mafioso, pronto.

Para meu azar também vão para a mesma praia (hoje lá estavam eles duas espreguiçadeiras acima) eos meus filhos decidiram ficar amigos do Titi e do Naco ou Taco, mesmo não percebendo pevides do que dizem uns aos outros, jogam à bola juntos…

 

Como quem não quer coisa, porque eles não me convencem que são espanhóis, pedi ao meu filho para lhes perguntar onde viviam… ao que eles disseram Sevilha… ora eu acredito que eles queriam era dizer Sicília … mas pronto, também fizeram lavagem cerebral às crianças. Talvez por isso sejam meio apardaladas de sorrir.

 

Amanhã prevejo um dia de “amizade-forçada” e, para todos os efeitos, o espanhol passará a ser uma língua que está completamente fora do meu alcance… Hã? Hã? O quê? E vai ser assim até desistirem…  A menos que me convidem a visitar a sua casa em Sicília :)

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publicado às 00:37

Exercício qb

por Closet, em 10.08.11

Para que não pensem que as minhas férias são só descanso... Por aqui também se faz desporto!

 

 

Ok, ok... sou uma nódoa neste wave-skate, whatever... é do meu filho e só com ajuda (humana e adulta, leia-se) é que consigo equilbrar-me lá em cima! Eu fico-me pelos patins em linha, enough!

 

Parece que descanso mas é só para a foto, believe ME... o que dei aos braços foi indescritível, já que o meu parceiro tinha apenas 14 anos...

 

 

Depois do remo, passou-se para  pedal... não foi melhor, acreditem ...

 

 

 

E como já devem estar fartos ds meus pés, ou ainda atraio tarados de podolo-qualquer-coisa que já não me lembro como é, aqui está a Closet a sorrir para a foto (ainda que de bofes de fora) :)

 

 

 HELLOOOOO! It's ME!

 

E quase, quase que me esqueço do casal-misterioso-mafioso que habita a vivenda colada à minha, mas isso fica para outro post!! 

 

 

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publicado às 11:02

Debaixo do Céu

por Closet, em 06.08.11

 

Só para dizer que... Estou por aqui, numa calma que necessitava mais do que oxigénio, debaixo deste céu azul brilhante e do sol quente a beijar-me a pele. Vá, já estou rosadinha!

 

 

Leio este livro que me faz rir a cada página e, confesso, também aprender uma serie de coisas de cultura que não vou reter mais do que dois dias!

 

 

Ao fim do dia regresso à paz do meu Friendly hotel e, confesso, prefiro a água quente do jacuzzi à gelada da piscina! (pena que os livros não sejam plastificados...)

Para relaxar, abandonar-me nos meus pensamentos e deixar alguns de molho, por instantes, à espera de melhores dias.

 

 

 

 

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publicado às 23:01

Eclipse Solar

por Closet, em 02.08.11

Vem normalmente com as FÉRIAS... e sabe tãoooo bem :)

Na verdade comecei-as debaixo de lindos raios a iluminarem o céu escuro e... granizo...sim, granizo. E isto à entrada do Algarve...

Talvez por ter sido atingida por algum raio, eclipsei aqui novamente para os amigos que este Closet tem muito de mim para o deixar.

 

Antes de avançar para as férias, vou dar uma breve (pequinininha, promisse!) explicação do nome deste Blog. Não, não é por gostar de moda e de roupa, que gosto, bastante até... O Blog surgiu no Verão que estreou o 1º filme Sexo e a Cidade, o mesmo onde a Sara Jessica Parker implorou ao seu adorado Mr Big "Não me dês um anel de noivado, dá-me um grande Closet". E isso sim, é amar, sermos invisuais de protocolos, isentos de juízos e convenções, aceitarmos o outro e sentirmos o seu coração e desejos. Ela não era feliz com um anel, era feliz com um Closet (claro que se fosse com um dinossauro a coisa era mais complicada, vá!!). Bom isto para dizer que este Blog era também para mim um local de sonhos. Por isso brinquei com a roupa, como podem ver no meu 1º post . Refiro-me aos tamanhos de roupa que já usei nos últimos anos, como as minhas histórias e vivências que queria aqui contar, e "os sonhos do 34" a todos os sonhos e fantasias que gosto de inventar. Nem sempre foi fácil explicar tudo isto a quem me conhece pessoalmente... ainda assim persisti na blogosesfera porque encontrei aqui muitos amigos, e decidi continuar por aqui mais algum tempo, e vou continuar, pelo menos com as histórias mais divertidas "do 36 ao 44". 

 

Então indo para as Fériassss! Sim, aqueles míseros vinte e tal dias que as pessoas anseiam durante duzentos e tal dias de trabalho... Para mim serão apenas 15 dias, já que tenho de os dispersar pelo resto do ano, ainda assim... dou-me por feliz!

 

Este ano não fui para o México :( e nem consegui articular-me com os meus amigos (vá, já tenhos umas combinaçõezitas para amanhã e para os próximos fins-de-semana...so what?? sou mesmo assim!).

Viemos a quinzena inteira para um empreendimento simpático em Lagos. E quando digo simpático, é mesmo isso, amigável, sereno, aberto... na verdade, na véspera de virmos fui espreitar o site que ainda nem tinha visto e li "gay friendly" (bom, e estas palavrinhas já me vão prometer visitas aqui no blog, who cares?). Fiquei logo morta de riso porque nunca tinha lido isso em empreendimento nenhum que fui... anyway, eu não tenho qualquer preconceito, cada um é como é, gosta do que gosta, e não faço qualquer juízo. Sinceramente, não sei se existe aqui alguém gay, como sou distraída acho que nem que se beijassem na minha frente dava por isso, mas estou a adorar as pessoas, a calma, mesmo cá no alto meio isolado do mundo. Friendly é sem dúvida e isso é quanto baste para mim!

 

Indo para as fotos...

Vim munida de livros, chaters de livros!! Uns para ler, outros "projectos" para escrever!

Deixo aqui os que vou ler:

 

Do mesmo autor de "Um dia" que li no Verão passado, este é o livro recomendadíssimo por um amigo que tenho nos pícaros da cultura como "super divertido". É o primeiro!

  

 

Este também recomendado pelo meu amigo, falou-me dele em meia dúzia de palavras que me convenceram logo. Acho que o trouxe para conversar, adoro conversar com este japonês (não sei se é por falarmos a mesma língua, é possível) achei que gostava de "ouvir" o seu Norwegian Wood :)

 

 

 E vou lê-los na praia, na piscina e no meu já eleito local do empreendimento (não, não é no jacuzzi, mas já me passou pela cabeça leva-los para lá, confesso), que é exactamente aqui.

 

 

 Mais precisamente assim (verniz coral nº 185 da Loreal!! e sim, resisti ao amarelo... apesar de ser a minha cor preferida)

 

 

 E tudo parece pacífico, mesmo sabendo do perigo que enfrento a toda a hora com os meus Ninjas bem equipados :)

 

 

 

 E pronto... por hoje é tudo, entre pranchas, patins em linha, wave skates e raquetes de ténis, estarei por aqui e... consigo decansar um pouquinho. Ou não :)

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publicado às 23:54


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