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Um dia

por Closet, em 29.12.09

O Natal já passou, com o Pai Natal a brindar-nos com a sua visita (para delírio do meu caçula)...e depois mais festas de aniversário...(e amanhã ainda tenho outra!)...e já estamos quase em 2010... como o tempo corre....

No meio das festas queria aproveitar esta semana para ler uns livros...pronto, já ficava contente com um...que ando a namora-lo na estante desde os meus anos...mas pela espessura não dá para ler no comboio... entretanto enfiei na cabeça que ía ler o livro da Margarida Rebelo Pinto que me ofereceram "O dia em que te esqueci" e... bem... não gosto de criticar...mas confesso, não estou a aguentar com tanto drama... acho que vou deixa-lo poisar um pouquinho... e abraçar novamente o meu Haruki que me chama!

Mas como em tudo eu procuro o lado positivo...encontei por lá uma frase que gostei particularmente:

"Uma das melhores coisas da vida é que ela muda. Nem sempre muda quando queremos ou como desejamos, mas muda. (..) E o mais importante não é aquilo que vivemos, mas aquilo em que acreditamos" .

E eu não acredito que haja "um dia" para esquecer alguém. Muito menos se a pessoa nos invadiu o coração, ainda que por breves momentos, ainda que por motivos de incompreensível loucura. A memória é traiçoeira, ela própria encarrega-se de decidir quando vai passar à frente, e por mais que a queiramos enganar, ela vence-nos sempre! Às vezes nunca se esquece, simplesmente passa-se por cima e habituamo-nos a conviver com isso.

 

Acredito que na "guerra" de amores, não há vencedores nem vencidos. Talvez só haja mesmo feridos, uns mais visíveis que outros, uns queixosos com aparatosas ligaduras, outros querem passar despercebidos mas têm hematomas enormes escondidos, tapados debaixo de uma capa vistosa de orgulho...

 

Mas se todos sofrem ou já sofreram por amor, estou convicta que "ninguém morre de amor", e depois do fracasso da minha Carta de Desamor...nem me apetece mais tragédias...venha 2010, cheio e amor e coisas boas! Pessoas transparentes, positivas, impulsivas, honestas, principalmente consigo próprias...porque para amar é sempre preciso a pessoa se libertar das correntes enormes que ancoram o medo de se dar, de ser rejeitado, de cair, de perder... esquecem-se que só conquista, quem luta para vencer!

 

Sorry, Margarida...continuarei o livro noutra altura da minha vida...not now...

 

 

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